Nem
todos sabem que atualmente tramita no Congresso Nacional o pedido de
regulamentação da profissão de Astrólogo e Cosmo-Analista. O pedido partiu do
Senador Artur da Távola e foi endossado por outros Senadores e Deputados Federais.
A regulamentação visa moralizar a atividade profissional, constantemente
invadida por pessoas sem compromisso ético e ou, sem qualificação. Existem
grupos dissidentes por razões variadas, como em qualquer outra atividade, porém
o movimento abrange a maioria, que deseja ver a profissão respeitada.
A ABA - Ordem Nacional
dos Astrólogos e Cosmo-Analistas, sediada em São Paulo, estima que, no
conjunto, a classe é composta de mais de 3 mil astrólogos qualificados e 8 mil
postulantes. O site: abasaesp.hpg.com.br – E-mail: abasaesp@ieg.com.br encontra-se à disposição de todos os que
desejarem mais informações técnicas e conhecer o Código de Ética constante dos
estatutos que regem a categoria. Em vários
estados a classe já está
organizada em sindicatos e associações.
A regulamentação da
profissão gera polêmicas e ataques, principalmente por parte de leigos no
assunto. Muitos astrólogos sérios da atualidade começaram a vida como céticos.
O que faz os céticos se converterem em crentes da Astrologia é a experiência. O
trabalho real com ela. Por isso, opiniões contrárias por parte de outros profissionais que desconhecem o assunto em
profundidade são consideradas pela classe como sem validade.
A
Astrologia é uma ciência integrativa e holística, com infinitas aplicações. Um
instrumento útil capaz de melhorar as condições do homem e da sociedade e não
um mero jogo de adivinhações fatalistas. É necessário que se leve a
público trabalhos e pesquisas de pessoas
e entidades idôneas, que comprovam
cientificamente as premissas básicas da Astrologia: 1. Existem correlações
entre eventos celestes e terrestres; 2. Existem correspondências entre a
posição dos planetas no nascimento e a personalidade humana.
Vanya Caloy
Reg.ABA 619
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